segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Presbitério da Igreja do Cv. Nª Sª Saudação



Presbitério da Igreja do Convento de Nossa Senhora da Saudação em Montemor-o-Novo.

Autor David Freitas 
 Data Fotografia 1975 ant. - 
 Legenda Presbitério da Igreja do Cv. Nª Sª Saudação 
 Cota DFT511 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sábado, 29 de dezembro de 2012

Cancioneiro Alentejano - Ó Minha Pombinha Branca


Ó minha pombinha branca,
Onde queres tu que eu vá.
É de noite faz escuro,
É de noite faz escuro
Eu sózinho não vou lá
Eu sózinho não vou lá
Eu sózinho lá não vou,
Ó minha pombinha branca,
Ó minha pombinha branca
Pra, te amar inda aqui, estou!


Ó minha pombinha branca,
Já não vais beber à vala.
Por causa de ti pombinha,
Por causa de ti pombinha
Já meu amor me não fala!
Ó minha pombinha branca,
Onde queres tu que eu vá.
É de noite faz escuro,
Etc.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Personalidades Alentejanas - CAMARA MANOEL, José Eduardo de Calça e Pina da

(n.Évora 1875; m. Évora 1940)

Filho de Caetano Xavier de Almeida da Câmara Manoel e de Francisca Emília de Calça Pina. Do seu casamento com Carolina das Dores Pereira do Carmo teve quatro filhos: Francisco Carolina Pereira do Carmo Calça e Pina da Câmara Manoel, Nícia Emília Pereira do Carmo da Câmara Manoel, Joaquim Augusto Pereira do Carmo da Câmara Manoel e Alberto José Pereira do Carmo da Câmara Manoel.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Gastronomia Tradicional Alentejana - Ensopado de Borrego (1)


Ingredientes: (Para 4 pessoas)
1,200 kg de carne de borrego,
2 cebolas médias,
4 dl de vinho branco,
1 colher de sopa de margarina,
2 dentes de alho,
1 folha de louro,
pimenta q.b.,
3 tomates maduros,
0,5 kg de batatas,
pão e sal q.b.

Preparação:
Corta-se a carne em bocados, tempera-se com com sal, vinho branco, alhos picados, louro e pimenta. Aguarde pelo menos uma hora. Leve ao lume as cebolas picadas, o óleo e a margarina. Quando a cebola ficar transparente adicione o borrego escorrido. Cozinhe uns minutos com o tacho destapado. Quando a carne começar a secar adicione o tomate pelado e cortado aos pedacinhos e a marinada. Tape o tacho e mantenha-o em fervura até a carne estar macia. Se achar necessário acrescente um pouco de água a ferver. Apure o molho e rectifique os temperos. Dentro de uma travessa funda disponha o pão cortado às fatias. Cubra com o borrego e o molho. Polvilhe com salsa picada. Acompanhe com as batatinhas cozidas.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Capela palatina de St. António, Vendas Novas


Capela-mor da Capela Palatina de Santo António, em Vendas Novas. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II)

Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Capela palatina de St. António, Vendas Novas
Cota DFT4548 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Cancioneiro Alentejano - Ó Loendreiro


Nossa Senhora faz meia
A uma candeia de luz
O novelo é lua cheia
As meias são p’ra Jesus


Ó loendreiro
Onde está teu loendral
Teu amor primeiro
Foi, meu rival


Nossa Senhora é mãe
É mãe de quem mãe não tem
Se minha mãe não morresse
Era minha mãe também


Ó loendreiro
Onde está teu loendral
Etc.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Estação elevatória da Graça do Divor


Estação elevatória da Barragem da Graça do Divor: aspecto do interior e maquinaria.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1967-05-31 -
Legenda Estação elevatória da Graça do Divor
Cota DFT2487 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

sábado, 15 de dezembro de 2012

Personalidades Alentejanas - BRITO CORREIA, José Hilário de

Natural de Montemor-o-Novo. Escreveu o Tomo I dos Estudos históricos, jurídicos e económicos sobre o Município de Montemor-o-Novo (Coimbra, 1873). O II Tomo foi publicado por José Joaquim Lopes Praça em 1875.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Gastronomia Tradicional Alentejana - Empada de Coelho Bravo com Arroz de Pinhão

Ingredientes:
Coelho bravo
alho
cebola
erva ursa
louro
coentros
massa de pão

Preparação:
O coelho, esfolado e partido ao meio, vai a cozer com água e sal. Depois de cozido, é desfiado e temperado com ervas aromáticas (alho, cebola picada, erva ursa, louro e coentros). Tempera-se e deixa-se repousar de um dia para o outro. Faz-se a massa de pão e igualmente vai a repousar de um dia para o outro.
Estica-se a massa e coloca-se o coelho em cima, adiciona-se um pouco de bacon e margarina liquída, enrola-se e vai ao forno à temperatura de 200º C durante 20 minutos.


Acompanhamento:
Arroz de Pinhão e Passas
Num tacho, coloca-se um punhado de pinhões, vai a fritar com margarina liquida, devendo mexer-se para que o pinhão frite de forma homogénea. Adiciona-se arroz extra-longo - cozinhado previamente - e, no final, as passas.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Altar lateral da Ig. S. Francisco de Estremoz


Altar lateral da Igreja do Convento de São Francisco de Estremoz.

Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1979
Legenda Altar lateral da Ig. S. Francisco de Estremoz
Cota DFT589 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

domingo, 9 de dezembro de 2012

Cancioneiro Alentejano - Ó Erva Cidreira

Se eu tivesse amores
Que me têm dado
Tinha a casa cheia
Até ao telhado


Ó erva cidreira,
Que‘stás no alpendre,
Quanto mais se rega,
Mais a folha pende.
Mais a folha pende,
Mais a rosa cheira,
Que’stás no alpendre,
Ó erva cidreira!


Algum dia eu era
Agora já não
Da tua roseira
O melhor botão


Ó erva cidreira,
Que‘stás no alpendre,
Etc.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Vista aérea do claustro do Cv. St. António


Vista aérea do claustro do Convento de Santo António, em Montemor-o-Novo

Autor David Freitas
Data Fotografia 1971 -
Legenda Vista aérea do claustro do Cv. St. António
Cota DFT528 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Personalidades Alentejanas - BRITO CAMACHO, Manuel de

(n. Aljustrel em 1862; m. Lisboa a 19 Setembro 1934)

Uma das personalidades de maior relevo da política republicana, estadista, escritor, jornalista e médico militar. Filho de lavradores humildes, fez o curso de Medicina na Escola Médica de Lisboa.

A sua carreira política iniciou-se em 1890. O Ultimatum inglês veio já encontrá-lo em plena actividade política, colaborando em jornais e convivendo com personalidades de destaque do partido republicano. Depois de ter estado em Paris, a preparar-se para um concurso da Escola Médica, fez no Centro Socialista das Amoreiras a sua primeira conferência política intitulada: A coroa substituída pelo chapéu alto.

A principal contribuição de Brito Camacho para a propaganda republicana realizou-se pelo jornalismo. Depois de dirigir, em Viseu, o Intransigente, fundou em Lisboa A Luta, que começou a publicar-se a 1 de Janeiro de 1906. Neste jornal afirmaram-se, principalmente, as suas excepcionais qualidades de jornalista e polemista. Entre os colaboradores contavam-se João de Meneses, José de Magalhães, Basílio Teles, Duarte Leite, Bettencourt Raposo, Sousa Pinto, Carlos Amaro, Emílio Costa, Augusto de Vasconcelos, Ferreira de Mira. A influência de A Luta foi enorme, antes e depois do advento da República. Além de artigos de fundo, eram da sua pena os vivos e espirituosos comentários da secção Ao de leve, ou os dos Ecos, que rapidamente se celebrizaram.

Foi eleito deputado pelo círculo de Beja, nas eleições que se realizaram a 5 de Abril de 1908, depois do regicídio. Falou pela primeira vez na Câmara de Deputados a 9 de Maio, protestando contra o facto de o terem obrigado, como deputado, a jurar manter uma religião que não professava e a ser fiel a uma instituição que combatia; e apresentou um projecto de lei que visava abolir em todas as instâncias o juramento político.

Em Agosto de 1909 tomou parte activa na organização das manifestações promovidas pela Junta Liberal. Este organismo tinha à sua frente o Dr. Miguel Bombarda, de quem Brito Camacho recebeu as últimas indicações revolucionárias, a 3 de Outubro de 1910, quando aquele foi vítima dum atentado.

O seu papel no movimento insurreccional, que implantou a República, foi da maior importância graças às suas relações com o chefe militar, o almirante Cândido dos Reis, e às amizades que contava entre a oficialidade do Exército e da Armada. Proclamado o novo regime, substituiu, em 24 Novembro 1910, na pasta do Fomento do governo provisório, o Dr. António Luiz Gomes. Entre as suas iniciativas, de carácter essencialmente construtivo, devem salientar-se as relativas ao crédito agrícola, aos caminhos de ferro, aos transportes em geral, ao ensino técnico, e com o seu apoio se levou a cabo a reforma efectiva do Instituto Superior Técnico de Lisboa.

Depois de proclamada a República, continuou a ocupar o seu lugar no Parlamento, eleito pelo círculo de Aljustrel. À sua volta juntou grande parte dos maiores valores intelectuais republicanos. Quando, no congresso da rua da Palma, em 1911, o velho partido republicano se dividiu, tomou orientação nitidamente divergente da dos Dr. Afonso Costa e do Dr. António José de Almeida, e organizou e chefiou a União Republicana.

Durante a I Grande Guerra conservou-se afastado dos governos da União Sagrada, defendendo a ideia de que a participação de Portugal deveria ser nas colónias, e não em França. Depois da revolução de Sidónio Pais, a União Republicana deu ao primeiro ministério três ministros: Moura Pinto (Justiça), Santos Viegas (Finanças) e Aresta Branco (Marinha); quando, porém, viu a situação muito influída pelos monárquicos (como ele previra), combateu-a.

Após estes movimentos procurou, mais uma vez entre tantas, ligar a União Republicana ao partido Evolucionista de António José de Almeida, criando-se assim o partido liberal, que funcionaria como força conservadora em relação ao chamado partido democrático, cujo chefe era Afonso Costa. Desligou-se, desde então, de toda a actividade partidária.

Em fins de 1921, sendo ministro das Colónias Ferreira Rocha, e atravessando Moçambique um momento difícil, devido sobretudo a certas ambições do general Smuts, Brito Camacho foi nomeado alto comissário da República naquela colónia, funções que exerceu durante dois anos com notável acção diplomática, administrativa e de fomento.

Só ao partir para Moçambique abandonou a direcção efectiva de A Luta. A sua obra de escritor compreende entre outros os seguintes volumes: Herança mórbida (tese, 1889); Propaganda; Dois crimes; Impressões de viagem; D. Carlos íntimo (1912); Ao de leve; Nas horas calmas; Pretos e brancos; Por aí fora; Longe da vista; Gente rústica; Os amores de Latino Coelho; A caminho de África; Terras de lendas; Quadros alentejanos; Jornadas; Contos ligeiros; Gente vária; Contos e sátiras; Cenas da vida; Gente boér; Pó de estrada; Lourdes; A questão romana; Por cerros e vales; Ferroadas; A reacção; A linda Emília; Moçambique; De bom humor; Matéria vaga. Alguns artigos políticos saíram em separata, e publicaram-se isoladamente parte dos seus discursos e cartas.

Foi casado com D. Maria da Luz, filha do Dr. José Jacinto Nunes. Decidido a assentar praça, para ser médico militar, prestando serviço em diversas unidades do Continente e dos Açores. Foi promovido a tenente em 1891, a capitão em 1901, a major em 1917, a tenente-coronel em 1918 e a coronel em 1919.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Gastronomia Tradicional Alentejana - Cozido de Grão com Vagens


Ingredientes:
250 g de grão;
500 g de vagens (feijão verde);
250 g de batatas;
1 fatia de abóbora menina;
300 g de carne de borrego para cozer;
100 g de toucinho;
1 chouriço de carne (linguiça);
1 farinheira;
200 g de pão caseiro (duro);
sal;
hortelã.

Preparação:
Põe-se o grão de molho em água e sal durante 12 horas. Passado esse tempo, coze-se. Numa panela com água suficiente põe-se a carne de borrego, o toucinho, o chouriço, a farinheira, e leva-se ao lume a cozer. Depois de as carnes estarem cozidas, retiram-se da água. Arranjam-se e lavam-se as vagens, as batatas e a abóbora cortada aos bocados.
Deitam-se na água em que se cozeram as carnes aos bocadinhos. Dispõem-se no centro de uma travessa o grão, as vagens, as batatas e a abóbora. Á volta colocam-se as carnes cortadas. Cortam-se fatias de pão duro e dispõem-se numa terrina. Espalham-se por cima alguns ramilhos de hortelã. Deita-se o caldo a ferver sobre as fatias de pão. Acompanha-se com as carnes, o grão, as vagens, as batatas e a abóbora.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Capela de São João Baptista (Veiros)


Capela de São João Baptista, da Igreja Matriz de São Salvador de Veiros (Concelho de Estremoz). Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II).
Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Capela de São João Baptista (Veiros)
Cota DFT4559 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Postagens populares

Recomendamos