quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Personalidades Alentejanas - CURVO SEMEDO, Belchior
(n. Montemor-o-Novo em 1766; m. Lisboa em 1838)
Fidalgo da Casa Real, cavaleiro professo das ordens de Cristo e N.ª Sr.ª da Conceição, capitão do corpo de engenheiros, escrivão dos portos, etc.
Ganhou grande reputação como poeta e na Nova Arcádia tomou o nome de Belmiro Transtagano.
Partilhou com Bocage uma rivalidade, que só veio a terminar perto da morte do escritor sadino, simplesmente porque partilhavam o mesmo estilo literário.
Publicou vários livros, mas as suas obras mais conhecidas são os quatro volumes das Composições Poéticas e, também, uma tradução das melhores fábulas de Jean de La Fontaine.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Gastronomia Tradicional Alentejana - Ensopado de Enguias (2)
Ingredientes:
Enguias,
sal,
cebola,
alho,
pimento verde,
pimento vermelho,
folha de louro,
vinho,
colorau,
farinha,
pão,
azeite,
água.
Preparação:
Tira-se a pele e a tripa e cortam-se as enguias aos bocados pequenos. Temperam-se com sal.
Faz-se um refogado de cebola, alho, pimentos aos bocados e folhas de louro. Tapa-se o tacho e deixa-se ficar durante 10 minutos em lume brando. Adiciona-se um copo de vinho e as enguias.
Num recipiente meio copo à parte, junta-se um bocadinho de colorau, farinha, meio copo de vinho, de frita-se o pão água, mistura-se bem e junta-se ao preparado anterior. Deixa-se apurar. À parte àpreparado por s tiras, em azeite. Coloca-se de seguida no fundo de uma travessa e verte-se o cima.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Conv. St. António da Piedade, Redondo
Capela-mor da Igreja do Convento de Santo António da Piedade (Cemitério Público), no Redondo.Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Sul, Volume II)
Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda Conv. St. António da Piedade, Redondo
Cota DFT4686 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Cancioneiro Alentejano - Os Olhos da Marianita
Se os meus olhos te ofenderam
Toma-os lá castiga-os bem
Que eu não quero ter na cara
Olhos que ofendam alguém
Os olhos da Marianita,
São verdes cor de limão.
Ai sim Marianita ai sim,
Ai sim Marianita ai não,
Ai sim Marianita ai sim,
Ai sim Marianita ai não!
Os meus olhos com chorar,
Fizeram covas no chão.
Foi o que os teus não fizeram,
Não fizeram nem farão!
Os olhos da Marianita
São verdes cor de limão
Etc.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Personalidades Alentejanas - CASTEL-BRANCO, Pedro Celestino Caldeira de
(n. Alter do Chão a 11 Janeiro 1883; m. Lisboa a 5 Maio 1962)
Engenheiro Agrónomo. Descendeu de António Mendo Caldeira de Castel-Branco Cotta Falcão, I Visconde de Alter do Chão, e Maria Ana de Mesquita Marçal Cary Rebelo Palhares Caldeira Castel-Branco. Do primeiro casamento com Judite Alice Veloso Rebelo Palhares, em 1881, teve como filhos Maria Ana Rebelo Palhares Caldeira de Castel-Branco, Maria José Rebelo Palhares Caldeira de Castel-Branco, Pedro Rebelo Palhares Caldeira de Castel-Branco, Fernando Caldeira de Castel-Branco. Maria Inês Gagliardini Graça Caldeira de Castel-Branco e António Mendo Gagliardini Graça Caldeira de Castel-Branco resultaram do segundo casamento com Inês Gagliardini Graça, em 1888.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Gastronomia Tradicional Alentejana - Ensopado de Enguias (1)
Ingredientes:
enguias;
2 cebolas;
3 dentes de alho;
1 folha de louro;
1 colher de chá de colorau;
salsa;
1 copo de vinho.
Preparação:
enguias;
2 cebolas;
3 dentes de alho;
1 folha de louro;
1 colher de chá de colorau;
salsa;
1 copo de vinho.
Preparação:
Arranje e lave as enguias. Parta-as e salgue-as. Faça um refogado com 2 cebolas cortadas ás rodelas , 3 dentes de alho picados, 1 folha de louro, uma colher de chá de colorau, um ramo de salsa e um copo de vinho branco. Deite as enguias no refogado e deixe que apurem bem. Verifique o sal e quando estiver quase tudo cozido deite mais meio copo de vinho branco.
Sirva as enguias numa travessa sobre fatias de pão torrado ou pão frito.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Castelo de Mourão
Castelo de Mourão. Ao fundo vê-se a Torre de Menagem, em ruínas, e o campanário da Torre do Relógio.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1978
Legenda Castelo de Mourão
Cota DFT852 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Cancioneiro Alentejano - Onde Vais óh Luisinha
Onde vais óh Luisinha
Com o teu cabelo à faia
Vou ver o meu amor
Que anda nas ondas da praia
Onde vais óh Luisinha
Com o teu cabelo à faia
Vou ver o meu amor
Que anda nas ondas da praia
Onde vais óh Luisinha
Com tua voz de lamento
Vou ver o meu amor
Que anda no mar ao sustento
Que anda no mar ao sustento
Que anda no mar à sardinha
Com tua voz de lamento
Onde vais óh Luisinha
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Personalidades Alentejanas - CASTEL-BRANCO, Luiz Barahona Caldeira
(n. Portalegre a 7 Dezembro 1867; m. Évora a 2 Janeiro 1916)
Engenheiro Agrónomo. Filho de Inácio Cardoso de Barros Castel-Branco Barba Mouzinho e Matos e Maria José de Barahona Fragoso Cordovil da Gama Lobo. Casou com Leonor de Oliveira Fernandes por volta do ano 1870. Deixou como descendência Inácio Fernandes Caldeira Castel-Branco e Leonor Fernandes Caldeira Castel-Branco.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Gastronomia Tradicional Alentejana - Ensopado de Borrego (5)
Ingredientes:
1 kg. de borrego (sela e costeletas);
100 gr. de banha;
250 de cebola;
3 dentes de alho
1 folha de louro;
1 colher de sobremesa de pimenta em grão;
1 colher de chá de colorau doce;
3 colheres de sopa de vinagre;
1 ponta de malagueta;
farinha;
salsa;
sal;
pão da véspera.
Preparação:
Corte o borrego em bocados e passe por farinha. Aloure-o em 50 gr. de banha. Entretanto corte as cebolas e os alhos em rodelas e, juntamente com o louro e a pimenta em grão, faça um refogado pouco puxado com a restante banha.
Junte o borrego, tempere com sal, a malagueta, o colorau doce, um ramo de salsa e junte a água que acha suficiente para ensopar o pão em fatias e coloque-as na terrina. Na altura de servir a carne, leve o caldo ao lume com o vinagre e deite-o a ferver sobre o pão. Sirva com a carne à parte numa travessa.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Torre de Menagem do Castelo de Estremoz
Torre de Menagem do Castelo de Estremoz e entrada para a Pousada da Rainha Santa Isabel.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Torre de Menagem do Castelo de Estremoz
Cota DFT664 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Rua de Monsaraz
Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1970
Legenda Rua de Monsaraz
Cota DFT1032.1 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Cancioneiro Alentejano - Olha o Passarinho
Chega a Primavera,
Canta a cotovia,
Melros e pardai,
Cantam nos choupais,
Ao romper do dia!
Olha o passarinho,
Que bem que ele canta!
Quando está cantando,
Parece que tem,
Uma guitarra na garganta!
Olha o rouxinol,
Vai fazer o ninho,
E canta sem medo
Dentro do balsedo,
Olha o passarinho!
Como os passarinhos,
Quem me dera ser,
Que triste ou contente,
Cantam docemente
Sempre até morrer!
Olha o passarinho,
Que bem que ele canta!
Etc.
domingo, 27 de janeiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Personalidades Alentejanas - CASTEL-BRANCO, José Alvim Caldeira
(n. Alter do Chão em 1861; m. Portalegre a 9 Janeiro 1929)
Engenheiro Agrónomo. Foi filho de Francisco Barreto Caldeira Castel-Branco e de Mariana Zeferina Barreto Fêo de Sousa e Alvim de Castelo Branco. Em 1867 casou com Mariana José de Ornelas e Nápoles Bacelar Moniz de Castelo Branco. Teve como descendência Francisco Bacelar Caldeira de Sousa Alvim.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Gastronomia Tradicional Alentejana - Ensopado de Borrego (4)
Ingredientes:
1 Kg de costeletas e pescoço de borrego
2 cebolas
2 dentes de alho
1 ramo de salsa
150 g de banha
3 colheres de sopa de azeite
500 g de batatas
1 colher de sopa de vinagre
2 l de água
1 folha de louro
250 g de pão tipo caseiro, duro
colorau-doce
sal e pimenta
Preparação:
Picam-se as cebolas e os dentes de alho, junta-se a banha, o azeite, a salsa e o borrego cortado aos bocados e leva-se ao lume a refogar. Adiciona-se a água e os restantes temperos e ferve um bocado. Depois misturam-se as batatas cortadas aos quadrados e o vinagre. Logo que esteja tudo cozido, colocam-se a carne e as batatas numa travessa, deitando o caldo a ferver numa terrina, sobre as fatias de pão. Serve-se também com ervilhas guisadas à parte.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Vista de Monsaraz
Rua de Monsaraz, com o Castelo ao fundo e torres da Igreja Matriz.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1970
Legenda Vista de Monsaraz
Cota DFT1031.1 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
sábado, 19 de janeiro de 2013
Cancioneiro Alentejano - Olha a Noiva Se Vai Linda
Compadre já te casaste
Já o laço te apanhou
Deus queira que sempre digas,
Se bem estava,
Se bem estava, melhor estou
Olha a noiva se vai linda,
No dia do seu noivado!
Também eu queria ser,
Também eu queria ser,
Também eu queria,
Também queria ser casado!
Ser casado, e ter juízo,
Acho que é bonito estado!
Também eu queria ser,
Também eu queria ser,
Também eu queria,
Também queria ser casado!
À luz daquela candeia
Foi feito meu casamento
Ó candeia não t’apagues
Hás-de ser,
Hás-de ser, um juramento
Olha a noiva se vai linda,
No dia do seu noivado!
Etc.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Personalidades Alentejanas - CAMÕES, António Maria Hortas
(n. Aldeia da Mata - Crato - a 6 Outubro 1873)
Engenheiro Agrónomo. Filho de João Manuel Hortas Gouveia e Maria José Camões. Casou em Nisa, no ano de 1906, com Josefa de Barros Carvalhais. Desta mulher teve Ana de Barros Camões, José Carvalhais de Barros Gouveia e Maria de Lourdes de Barros Camões.
domingo, 13 de janeiro de 2013
Gastronomia Tradicional Alentejana - Ensopado de Borrego (3)
Ingredientes:
1/2 de borrego,
1 ou 2 cebolas,
pimentas,
azeite,
sal,
louro,
vinho,
salsa.
Preparação:
Corta-se o Borrego aos bocadinhos, deita-se azeite num tacho, junta-se a carne e deixa-se alourar rapidamente. Reduz-se o calor, introduzem-se as cebolas, a salsa, o louro, o cravinho, a pimenta, e o colorau, junta-se-lhe um pouco de vinho, e depois rega-se com uns pinguinhos de água. Quando tudo estiver bem louro, rega-se com a água necessária para o ensopado, introduzem-se as batatas cortas aos quartos. adiciona-se o vinho, tapa-se e deixa-se cozer a apurar.
Serve-se com sopas de pão.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Trabalhos agrícolas
Autor António Passaporte
Data Fotografia 1940 - 1950
Legenda Trabalhos agrícolas
Cota APS0313 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Cancioneiro Alentejano - Ó Vizinha Tem Cá Lume
Não sei se te diga adeus
Se te digo vou-me embora
O adeus é saudoso
Quem diz adeus, sempre chora
Óh v’zinha tem cá lume
P’rá cender meu candeeiro
Tenho o meu amor à porta
Quero-lh’ir falar primeiro
Quero-lh’ir falar primeiro
Porque é esse o meu costume
P’rá cender meu candeeiro
Óh v’zinha tem cá lume
Despedida, despedida
Sabe Deus quem se despede
Quem se despede chorando
Não faz a despedida alegre
Óh v’zinha tem cá lume
P’rá cender meu candeeiro
Etc.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
Personalidades Alentejanas - CÂMARA MANOEL, Joaquim
(n. Évora, 1907 - m. Évora, 1951)
Regente Agrícola, formado pela Escola Agrícola de Santarém em 1926 e colaborador da imprensa eborense.
Foi Vereador da Câmara Municipal de Évora, Presidente da Comissão Minicipal de Turismo e membro do Conselho Provincial da Junta de Província do Alto Alentejo. Foi ainda secretário da direcção do Grupo de defesa do Património Pró-Évora.
Colaborador assíduo do Notícias de Évora, manteve neste diário, durante anos, a secção "Contos e Novelas" e a sua "Crónica". Assinava geralmente como o pseudónimo Luis Américo ou com as iniciais L.A.K e C.M.. Colaborou ainda com as publicações O Século, Brados do Alentejo, Restauração, O Alentejo, O Anunciante, O Corvo, O Alentejano, RevistaTranstagana e A Cidade de Évora.
Publicou ainda alguns titúlos em prosa e teatro levados à cena em Évora.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Gastronomia Tradicional Alentejana - Ensopado de Borrego (2)
Ingredientes:
1,5 kg de Borrego (parte da mão);
Batatas (q.b.);
2 cebolas;
3 dentes de alho;
Salsa;
2 folhas de louro;
Cravinho;
Pimenta;
Sal;
Pimentão de flor;
Azeite Alentejano;
Vinho Branco Alentejano;
Vinagre (q.b.).
Preparação:
Numa panela coloca-se o azeite (qb) e o borrego já em bocados, por cima colocam-se todas as especiarias (qb). Deixa-se refogar, junta-se um cálice de vinho branco, a água (qb) e depois deixa-se cozer o borrego. Quando o borrego estiver quase cozido mistura-se as batatas aos quartos e uma colher de sopa de vinagre. Depois é só deixar ferver para que o borrego e as batatas possam cozer. Está pronto a servir.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Pelourinho de Veiros
Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1970
Legenda Pelourinho de Veiros
Cota DFT6132.1 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Presbitério da Igreja do Cv. Nª Sª Saudação
Presbitério da Igreja do Convento de Nossa Senhora da Saudação em Montemor-o-Novo.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Presbitério da Igreja do Cv. Nª Sª Saudação
Cota DFT511 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
sábado, 29 de dezembro de 2012
Cancioneiro Alentejano - Ó Minha Pombinha Branca
Ó minha pombinha branca,
Onde queres tu que eu vá.
É de noite faz escuro,
É de noite faz escuro
Eu sózinho não vou lá
Eu sózinho não vou lá
Eu sózinho lá não vou,
Ó minha pombinha branca,
Ó minha pombinha branca
Pra, te amar inda aqui, estou!
Ó minha pombinha branca,
Já não vais beber à vala.
Por causa de ti pombinha,
Por causa de ti pombinha
Já meu amor me não fala!
Ó minha pombinha branca,
Onde queres tu que eu vá.
É de noite faz escuro,
Etc.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Personalidades Alentejanas - CAMARA MANOEL, José Eduardo de Calça e Pina da
(n.Évora 1875; m. Évora 1940)
Filho de Caetano Xavier de Almeida da Câmara Manoel e de Francisca Emília de Calça Pina. Do seu casamento com Carolina das Dores Pereira do Carmo teve quatro filhos: Francisco Carolina Pereira do Carmo Calça e Pina da Câmara Manoel, Nícia Emília Pereira do Carmo da Câmara Manoel, Joaquim Augusto Pereira do Carmo da Câmara Manoel e Alberto José Pereira do Carmo da Câmara Manoel.
domingo, 23 de dezembro de 2012
Gastronomia Tradicional Alentejana - Ensopado de Borrego (1)
Ingredientes: (Para 4 pessoas)
1,200 kg de carne de borrego,
2 cebolas médias,
4 dl de vinho branco,
1 colher de sopa de margarina,
2 dentes de alho,
1 folha de louro,
pimenta q.b.,
3 tomates maduros,
0,5 kg de batatas,
pão e sal q.b.
Preparação:
Corta-se a carne em bocados, tempera-se com com sal, vinho branco, alhos picados, louro e pimenta. Aguarde pelo menos uma hora. Leve ao lume as cebolas picadas, o óleo e a margarina. Quando a cebola ficar transparente adicione o borrego escorrido. Cozinhe uns minutos com o tacho destapado. Quando a carne começar a secar adicione o tomate pelado e cortado aos pedacinhos e a marinada. Tape o tacho e mantenha-o em fervura até a carne estar macia. Se achar necessário acrescente um pouco de água a ferver. Apure o molho e rectifique os temperos. Dentro de uma travessa funda disponha o pão cortado às fatias. Cubra com o borrego e o molho. Polvilhe com salsa picada. Acompanhe com as batatinhas cozidas.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Capela palatina de St. António, Vendas Novas
Capela-mor da Capela Palatina de Santo António, em Vendas Novas. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II)
Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Capela palatina de St. António, Vendas Novas
Cota DFT4548 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Cancioneiro Alentejano - Ó Loendreiro
Nossa Senhora faz meia
A uma candeia de luz
O novelo é lua cheia
As meias são p’ra Jesus
Ó loendreiro
Onde está teu loendral
Teu amor primeiro
Foi, meu rival
Nossa Senhora é mãe
É mãe de quem mãe não tem
Se minha mãe não morresse
Era minha mãe também
Ó loendreiro
Onde está teu loendral
Etc.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Estação elevatória da Graça do Divor
Estação elevatória da Barragem da Graça do Divor: aspecto do interior e maquinaria.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1967-05-31 -
Legenda Estação elevatória da Graça do Divor
Cota DFT2487 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
sábado, 15 de dezembro de 2012
Personalidades Alentejanas - BRITO CORREIA, José Hilário de
Natural de Montemor-o-Novo. Escreveu o Tomo I dos Estudos históricos, jurídicos e económicos sobre o Município de Montemor-o-Novo (Coimbra, 1873). O II Tomo foi publicado por José Joaquim Lopes Praça em 1875.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Gastronomia Tradicional Alentejana - Empada de Coelho Bravo com Arroz de Pinhão
Ingredientes:
Coelho bravo
alho
cebola
erva ursa
louro
coentros
massa de pão
Preparação:
Acompanhamento:
Arroz de Pinhão e Passas
Coelho bravo
alho
cebola
erva ursa
louro
coentros
massa de pão
Preparação:
O coelho, esfolado e partido ao meio, vai a cozer com água e sal. Depois de cozido, é desfiado e temperado com ervas aromáticas (alho, cebola picada, erva ursa, louro e coentros). Tempera-se e deixa-se repousar de um dia para o outro. Faz-se a massa de pão e igualmente vai a repousar de um dia para o outro.
Estica-se a massa e coloca-se o coelho em cima, adiciona-se um pouco de bacon e margarina liquída, enrola-se e vai ao forno à temperatura de 200º C durante 20 minutos.
Acompanhamento:
Arroz de Pinhão e Passas
Num tacho, coloca-se um punhado de pinhões, vai a fritar com margarina liquida, devendo mexer-se para que o pinhão frite de forma homogénea. Adiciona-se arroz extra-longo - cozinhado previamente - e, no final, as passas.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Altar lateral da Ig. S. Francisco de Estremoz
Altar lateral da Igreja do Convento de São Francisco de Estremoz.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1979
Legenda Altar lateral da Ig. S. Francisco de Estremoz
Cota DFT589 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
domingo, 9 de dezembro de 2012
Cancioneiro Alentejano - Ó Erva Cidreira
Se eu tivesse amores
Que me têm dado
Tinha a casa cheia
Até ao telhado
Ó erva cidreira,
Que‘stás no alpendre,
Quanto mais se rega,
Mais a folha pende.
Mais a folha pende,
Mais a rosa cheira,
Que’stás no alpendre,
Ó erva cidreira!
Algum dia eu era
Agora já não
Da tua roseira
O melhor botão
Ó erva cidreira,
Que‘stás no alpendre,
Etc.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Vista aérea do claustro do Cv. St. António
Vista aérea do claustro do Convento de Santo António, em Montemor-o-Novo
Autor David Freitas
Data Fotografia 1971 -
Legenda Vista aérea do claustro do Cv. St. António
Cota DFT528 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Personalidades Alentejanas - BRITO CAMACHO, Manuel de
(n. Aljustrel em 1862; m. Lisboa a 19 Setembro 1934)
Uma das personalidades de maior relevo da política republicana, estadista, escritor, jornalista e médico militar. Filho de lavradores humildes, fez o curso de Medicina na Escola Médica de Lisboa.
A sua carreira política iniciou-se em 1890. O Ultimatum inglês veio já encontrá-lo em plena actividade política, colaborando em jornais e convivendo com personalidades de destaque do partido republicano. Depois de ter estado em Paris, a preparar-se para um concurso da Escola Médica, fez no Centro Socialista das Amoreiras a sua primeira conferência política intitulada: A coroa substituída pelo chapéu alto.
A principal contribuição de Brito Camacho para a propaganda republicana realizou-se pelo jornalismo. Depois de dirigir, em Viseu, o Intransigente, fundou em Lisboa A Luta, que começou a publicar-se a 1 de Janeiro de 1906. Neste jornal afirmaram-se, principalmente, as suas excepcionais qualidades de jornalista e polemista. Entre os colaboradores contavam-se João de Meneses, José de Magalhães, Basílio Teles, Duarte Leite, Bettencourt Raposo, Sousa Pinto, Carlos Amaro, Emílio Costa, Augusto de Vasconcelos, Ferreira de Mira. A influência de A Luta foi enorme, antes e depois do advento da República. Além de artigos de fundo, eram da sua pena os vivos e espirituosos comentários da secção Ao de leve, ou os dos Ecos, que rapidamente se celebrizaram.
Foi eleito deputado pelo círculo de Beja, nas eleições que se realizaram a 5 de Abril de 1908, depois do regicídio. Falou pela primeira vez na Câmara de Deputados a 9 de Maio, protestando contra o facto de o terem obrigado, como deputado, a jurar manter uma religião que não professava e a ser fiel a uma instituição que combatia; e apresentou um projecto de lei que visava abolir em todas as instâncias o juramento político.
Em Agosto de 1909 tomou parte activa na organização das manifestações promovidas pela Junta Liberal. Este organismo tinha à sua frente o Dr. Miguel Bombarda, de quem Brito Camacho recebeu as últimas indicações revolucionárias, a 3 de Outubro de 1910, quando aquele foi vítima dum atentado.
O seu papel no movimento insurreccional, que implantou a República, foi da maior importância graças às suas relações com o chefe militar, o almirante Cândido dos Reis, e às amizades que contava entre a oficialidade do Exército e da Armada. Proclamado o novo regime, substituiu, em 24 Novembro 1910, na pasta do Fomento do governo provisório, o Dr. António Luiz Gomes. Entre as suas iniciativas, de carácter essencialmente construtivo, devem salientar-se as relativas ao crédito agrícola, aos caminhos de ferro, aos transportes em geral, ao ensino técnico, e com o seu apoio se levou a cabo a reforma efectiva do Instituto Superior Técnico de Lisboa.
Depois de proclamada a República, continuou a ocupar o seu lugar no Parlamento, eleito pelo círculo de Aljustrel. À sua volta juntou grande parte dos maiores valores intelectuais republicanos. Quando, no congresso da rua da Palma, em 1911, o velho partido republicano se dividiu, tomou orientação nitidamente divergente da dos Dr. Afonso Costa e do Dr. António José de Almeida, e organizou e chefiou a União Republicana.
Durante a I Grande Guerra conservou-se afastado dos governos da União Sagrada, defendendo a ideia de que a participação de Portugal deveria ser nas colónias, e não em França. Depois da revolução de Sidónio Pais, a União Republicana deu ao primeiro ministério três ministros: Moura Pinto (Justiça), Santos Viegas (Finanças) e Aresta Branco (Marinha); quando, porém, viu a situação muito influída pelos monárquicos (como ele previra), combateu-a.
Após estes movimentos procurou, mais uma vez entre tantas, ligar a União Republicana ao partido Evolucionista de António José de Almeida, criando-se assim o partido liberal, que funcionaria como força conservadora em relação ao chamado partido democrático, cujo chefe era Afonso Costa. Desligou-se, desde então, de toda a actividade partidária.
Em fins de 1921, sendo ministro das Colónias Ferreira Rocha, e atravessando Moçambique um momento difícil, devido sobretudo a certas ambições do general Smuts, Brito Camacho foi nomeado alto comissário da República naquela colónia, funções que exerceu durante dois anos com notável acção diplomática, administrativa e de fomento.
Só ao partir para Moçambique abandonou a direcção efectiva de A Luta. A sua obra de escritor compreende entre outros os seguintes volumes: Herança mórbida (tese, 1889); Propaganda; Dois crimes; Impressões de viagem; D. Carlos íntimo (1912); Ao de leve; Nas horas calmas; Pretos e brancos; Por aí fora; Longe da vista; Gente rústica; Os amores de Latino Coelho; A caminho de África; Terras de lendas; Quadros alentejanos; Jornadas; Contos ligeiros; Gente vária; Contos e sátiras; Cenas da vida; Gente boér; Pó de estrada; Lourdes; A questão romana; Por cerros e vales; Ferroadas; A reacção; A linda Emília; Moçambique; De bom humor; Matéria vaga. Alguns artigos políticos saíram em separata, e publicaram-se isoladamente parte dos seus discursos e cartas.
Foi casado com D. Maria da Luz, filha do Dr. José Jacinto Nunes. Decidido a assentar praça, para ser médico militar, prestando serviço em diversas unidades do Continente e dos Açores. Foi promovido a tenente em 1891, a capitão em 1901, a major em 1917, a tenente-coronel em 1918 e a coronel em 1919.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Gastronomia Tradicional Alentejana - Cozido de Grão com Vagens
Ingredientes:
250 g de grão;
500 g de vagens (feijão verde);
250 g de batatas;
1 fatia de abóbora menina;
300 g de carne de borrego para cozer;
100 g de toucinho;
1 chouriço de carne (linguiça);
1 farinheira;
200 g de pão caseiro (duro);
sal;
hortelã.
Preparação:
Põe-se o grão de molho em água e sal durante 12 horas. Passado esse tempo, coze-se. Numa panela com água suficiente põe-se a carne de borrego, o toucinho, o chouriço, a farinheira, e leva-se ao lume a cozer. Depois de as carnes estarem cozidas, retiram-se da água. Arranjam-se e lavam-se as vagens, as batatas e a abóbora cortada aos bocados.
Deitam-se na água em que se cozeram as carnes aos bocadinhos. Dispõem-se no centro de uma travessa o grão, as vagens, as batatas e a abóbora. Á volta colocam-se as carnes cortadas. Cortam-se fatias de pão duro e dispõem-se numa terrina. Espalham-se por cima alguns ramilhos de hortelã. Deita-se o caldo a ferver sobre as fatias de pão. Acompanha-se com as carnes, o grão, as vagens, as batatas e a abóbora.
sábado, 1 de dezembro de 2012
Capela de São João Baptista (Veiros)
Capela de São João Baptista, da Igreja Matriz de São Salvador de Veiros (Concelho de Estremoz). Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II).
Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Capela de São João Baptista (Veiros)
Cota DFT4559 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Cancioneiro Alentejano - Ó Cuba Terra Bendita
Óh Cuba terra bendita
Rodeada de trigais
De lindas portas e quintas
Arvoredos, milheirais,
Arvoredos, milheirais,
Óh Cuba terra bendita!
Óh Cuba terra bendita!
Rodeada de trigais
Quando de Cuba abalei
Olhei para trás chorando
Minha terra da minh’alma
Tão longe me vais ficando
Tão longe me vais ficando
Quando da Cuba abalei
Olhei para trás chorando
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Ermida de Nª Sª dos Mártires, Estremoz
Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Ermida de Nª Sª dos Mártires, Estremoz
Cota DFT4532 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
domingo, 25 de novembro de 2012
Personalidades Alentejanas - BORGES, Emília Salvado
(n. Cuba)
Licenciada em História, Pós-graduada em História Regional e Local e Mestre em História Moderna pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Desenvolve a sua investigação sobretudo na área da história regional alentejana do Antigo Regime, nas vertentes artísticas, demográficas, económica, social e política.
Entre as suas publicações destacam-se: O concelho de Cuba - Subsídios para o seu inventário artístico; O Concelho de Cuba nas Memórias Paroquiais de 1758; Crise de Mortalidade no Alentejo Interior - Cuba; Homens, Fazendas e Poder no Alentejo de Setecentos - O caso de Cuba; Para a História do ensino da História em Portugal- Análise dos Programas do Ensino Secundário Actas do I Encontro sobre o Ensino da História.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Gastronomia Tradicional Alentejana - Cozido de Grão à Alentejana
Ingredientes:
250 g de grão
100 g de cenouras
250 g de batatas
250 g de feijão verde
1 fatia de abóbora menina
300 g de carne de borrego
100 g de toucinho
1 chouriço (linguiça)
1 farinheira branca
1 farinheira de sangue
200 g de pão caseiro
sal
hortelã
Preparação:
Põe-se de molho o grão em água de um dia para o outro. Coze-se o grão na panela de pressão. Depois, noutra panela, põe-se as carnes e os enchidos a cozer, mais ou menos 1 hora.
Depois das carnes estarem cozidas, tira-se um pouco de água das carnes onde vão cozer as batatas cortadas aos quartos, a cenoura, o feijão verde e a abóbora menina e junta-se o grão e um pouco de água do grão. Põe-se a hortelã para dar gosto.
À parte, corta-se as carnes e servem-se numa travessa. Corta-se o pão caseiro às fatias e põe-se numa terrina a hortelã e o caldo por cima. Este caldo com o pão come-se juntamente com as carnes.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Igreja da Misericórdia de Arraiolos
"Consolar os tristes", painel de azulejos representando uma das dez obras das Misericórdias, na Igreja da Misericórdia de Arraiolos.
Autor David Freitas
Data Fotografia 1960 - 1970
Legenda Igreja da Misericórdia de Arraiolos
Cota DFT4460 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Cancioneiro Alentejano - Ó águia que vais tão alta
Os desgostos do presente,
São maiores que os do passado.
Embora estejas ausente,
Teu nome será lembrado!
Ó águia que vais tão alta,
Voando de pólo a pólo,
Leva-me ao céu onde eu tenho
A mãe que me trouxe ao colo
A mãe que me trouxe ao colo,
Ficou-me fazendo falta,
Voando de pólo a pólo,
Ó águia que vais tão alta!
Eu vi minha mãe rezando
Aos pés da Virgem Maria
Era uma Santa escutando
O que outra Santa dizia
Ó águia que vais tão alta,
Voando de pólo a pólo,
Etc.
sábado, 17 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Personalidades Alentejanas - BARRETO, António de Mattos
(n. Cuba em 1900)
Engenheiro Agrónomo e professor do Instituto Superior de Agronomia. Fez parte da missão geográfica de Cabo Verde e dos Serviços de Fotogrametria aérea da Carta Agrícola, onde prestou relevantes serviços profissionais.
Foi chefe dos serviços de Agrimensura do Ministério da Agricultura, sendo considerado dos mais notáveis especialistas portugueses. Escreveu um trabalho extremamente interessante: Ante-projecto de um monte (1934).
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Gastronomia Tradicional Alentejana - Coelho com Azeitonas
Ingredientes:
1 coelho
3 colheres de sopa de azeite
125 gr. de azeitonas pretas carnudas
5 dl. de vinho tinto
1 copo de caldo de carne
1 colher de sopa de concentrado de tomate
2 dentes da alho
1 folha de louro
salsa e alecrim seco
1 cebola
sal e pimenta
Preparação:
Arranje e corte o coelho em bocados. Ponha os bocados do coelho a marinar no vinho durante 1 hora, juntamente com um ramo de salsa, louro, dentes de alho, alecrim e sal. Mexa de maneira a que a carne fique bem coberta. Retire o coelho da marinada e aloure-o num tacho com o azeite bem quente e a cebola picada. Regue com o caldo de carne, no qual dissolveu o concentrado de tomate; rectifique os temperos. Deixe cozer o coelho em lume brando, mexendo de vez em quando. Durante a cozedura, que deve durar cerca de 1 hora e meia, adicione um pouco do líquido de marinada, previamente coado. Dez minutos antes de terminar a cozedura, junte salsa finalmente picada e as azeitonas descaroçadas. Sirva acompanhado com puré de batata.
domingo, 11 de novembro de 2012
Igreja paroquial de Nª Sª do Freixo, Redondo
Interior da extinta Igreja Paroquial de Nossa Senhora do Freixo, (concelho do Redondo). Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Sul, Volume II)
Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda Igreja paroquial de Nª Sª do Freixo, Redondo
Cota DFT4695 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Cancioneiro Alentejano - Nossa Senhora do Carmo
Senhora
Que és padroeira
Da nossa terra
Hospitaleira
Nossa Senhora do Carmo
Que está lá no seu altar
Todos lá vamos ajoelhar
E a cantar, a cantar, vamos rezar
Pedimos
A uma voz
Nossa Senhora
Rogai por nós
Nossa Senhora do Carmo
Que está no seu altar
Etc.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Personalidades Alentejanas - ANSELMO, Pe. António Joaquim
(n. Borba em 1876; m. Lisboa em 1926)
Bibliógrafo, cursou o seminário de Évora, tendo obtido no curso complementar de letras do Liceu as melhores classificações.
Exerceu depois as funções de pároco da Igreja de Veiros, no concelho de Estremoz. Em Lisboa, entrou para a Biblioteca Nacional em 1914, sendo promovido a 1.º bibliotecário em 1919. Foram muito importantes os serviços que prestou neste estabelecimento, principalmente na elaboração do catálogo das religiões, o que lhe valeu novo louvor oficial.
Extremamente dedicado a assuntos bibliográficos, António Joaquim Anselmo escreveu alguns interessantes trabalhos de carácter histórico-bibliográfico, salientando-se entre eles: Bibliografia da bibliografia Portuguesa; Bibliografia das obras impressas em Portugal no séc. XVI; Os códices alcobacenses; O concelho de Borba e Veiros. É dele, também, uma tradução do Elogio da loucura de Erasmo.
sábado, 3 de novembro de 2012
Gastronomia Tradicional Alentejana - Cataplana de Tamboril
Ingredientes: (para 2 pessoas)
concentrado de tomate
1 tomate maduro
1 cebola média
1/2 pimento verde
2 dentes de alho
2 folhas de louro
1 ramo de salsa
1 ramo de coentros
2 batatas
750 g de tamboril
150 g de amêijoas
200 g de camarão
pimenta, azeite q.b.
Para o molho:
1 cálice de vinho do Porto
1 colher de sopa de molho inglês
1 colher de sopa de natas
Preparação:
Numa cataplana, põe-se uma concha de concentrado de tomate e um fio de azeite. Entretanto, descasca-se a cebola e o tomate e corta-se às rodelas metade de cada, guardando-se o restante para o final. Depois, junta-se um quarto de pimento, também cortado às rodelas. Picam-se os alhos e a salsa e junta-se ao preparado com uma folha de louro. Em seguida, arranja-se o tamboril e corta-se em cubos, junta-se as batatas cortadas às rodelas, decorando com os camarões, as amêijoas e os restantes ingredientes reservados.
Fecha-se a cataplana e leva-se a cozer cerca de 25 minutos. Quando estiver cozido, abre-se e coloca-se um ramo de coentros picados. Por fim, faz-se uma mistura com um cálice de vinho do Porto, uma colher de sopa de molho inglês, uma colher se sopa de natas e rega-se tudo. Está pronto a servir.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Anta capela de S. Dinis, em Pavia
Autor David Freitas
Data Fotografia 1950 - 1970
Legenda Anta capela de S. Dinis, em Pavia
Cota DFT1566 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Pic-nic no campo
Autor Desconhecido/ não identificado
Data Fotografia 1888 - 1960
Legenda Pic-nic no campo
Cota CME0179 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Cancioneiro Alentejano - Nós Somos Trabalhadores
O homem trabalha a terra
Para produzir o pão
Hoje é o mesmo que era
Continua ainda à espera
De melhor situação
Nós somos trabalhadores
Que no campo trabalhamos
Trabalhamos a rigor
A servir o Lavrador
Para ver se nos mantemos
Quando trabalho não temos
À Câm’ra nos dirigimos
A pedir ao Presidente
Que tenha dó desta gente
E nos dê algum destino
Que nos dê algum destino
Que nos dê algum agasalho
À Câm’ra nos dirigimos
A alegar o que sentimos
Quando não temos trabalho
Não é a ceifa que mata
Não é o cavar que custa
Custa é ver-mos desprezada
Até quando abandonada
Esta causa certa e justa
Nós somos trabalhadores
Que no campo trabalhamos
Etc.
sábado, 27 de outubro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Personalidades Alentejanas - BARAHONA FRAGOSO, Francisco Eduardo de
(n. 1843; m. 1905)
Bacharel formado em Direito pela Universidade de Coimbra em 1886, moço-fidalgo com exercício na Casa Real por Alvará de 30 de Outubro de 1862, Par do Reino e lavrador. Em 1899 foram concedidas ao Dr. Francisco Barahona as honras de Oficial-mor da Casa Real.
Logo que terminou a formatura foi habitar na sua quinta de S. Pedro, perto de Cuba, onde se entregou à lavoura. Em 1887 mudou a sua residência para Évora onde foi figura marcante. Na sua quinta da Horta do Bispo instalou um albergue para inválidos, dispensou protecção valiosíssima ao esforço da Assistência Nacional aos Tuberculosos e, no palácio em que habitava, iniciou a constituição duma valiosíssima galeria de arte, comprando sobretudo, peças de arte contemporânea, com o intuito de proteger o desenvolvimento das belas artes em Portugal.
Ao mesmo tempo ia preparando o futuro museu eborense, pois era sua intenção legar esses valores ao Museu Regional de Évora. A cidade e o seu desenvolvimento urbanístico ficaram a dever ao Dr. Francisco Barahona serviços inestimáveis, entre eles a construção do magnífico teatro Garcia de Resende e do Jardim Público, feitos a expensas do grande benemérito.
Francisco Barahona era filho dos condes da Esperança e casou com D. Inácia Angélica Fernandes Ramalho, da família Matos Fernandes.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Gastronomia Tradicional Alentejana - Carne de Porco à Alentejana (4)
Ingredientes:
750 gr. de carne de porco da perna,
1,5 kg de amêijoas,
100gr.de massa de pimentão,
4 dentes de alho,
50 gr. de banha,
vinho branco,
salsa.
Preparação:
A carne de porco deve ser preparada no dia anterior. Num almofariz pisam-se os alhos com um pouco de sal grosso. Quando se obtiver uma massa, barra-se a carne que foi anteriormente partida aos cubos. Seguidamente, esfrega-se com a massa de pimentão, utilizando a quantidade a gosto. A carne deverá ficar temperada cerca de um dia. Numa frigideira coloca-se a banha e frita-se lentamente a carne. Terminada esta operação, juntam-se as amêijoas e meio copo de vinho branco. Tapa-se a frigideira até as amêijoas abrirem. Deverá ter-se o cuidado de não fiquem secas. Salpica-se com salsas picadas e serve-se numa travessa.
domingo, 21 de outubro de 2012
Imagem de São João de Deus
Imagem de São João de Deus (escultura de madeira dourada), da Igreja de São João de Deus, actual Matriz de Montemor-o-Novo. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II)
Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Imagem de São João de Deus
Cota DFT4496 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Cancioneiro Alentejano - Nasce o Sol no Alentejo
O Sol é que alegra o dia,
Pela manhã quando nasce.
Ai de nós o que seria,
Se o Sol um dia faltasse!
Nasce o Sol no Alentejo,
Nasce água clara na fonte,
Nasce em mim a saudade,
Na ladeira do teu monte.
Na ladeira do teu monte,
Meu amor quando te vejo,
Nasce água clara na fonte,
Nasce o Sol no Alentejo!
Ó luar da meia noite,
Tu tens lá segredos meus.
Ó luar não me descubras,
Que os meus segredos são teus!
Nasce o Sol no Alentejo,
Nasce água clara na fonte,
Etc.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Personalidades Alentejanas - ALMEIDA, Carlos Maria Eugénio de
Filho de José Maria Eugénio de Almeida, assumiu, por morte deste, a provedoria da Casa Pia de Lisboa, e também por sucessão foi par do reino, tomando posse em 1873.
sábado, 13 de outubro de 2012
Gastronomia Tradicional Alentejana - Carne de Porco à Alentejana (3)
Ingredientes:
500 gr. de lombo de porco;
500 gr. de perna de porco;
1 colher de sopa bem cheia de massa de pimentão;
2 dentes de alho;
80 gr. de banha;
1 kg. de amêijoas;
sal e pimenta.
500 gr. de lombo de porco;
500 gr. de perna de porco;
1 colher de sopa bem cheia de massa de pimentão;
2 dentes de alho;
80 gr. de banha;
1 kg. de amêijoas;
sal e pimenta.
Preparação:
Lave as amêijoas e ponha-as de molho, mudando várias vezes a água, para lhe retirar a areia. Corte a carne de porco em quadrados com 3 a 4 cm e barre-o com a massa de pimentão e os dentes de alho pisados com um pouco de sal grosso. Deixe ficar assim durante 2 horas pelo menos. Aqueça a banha numa frigideira, junte a carne de porco e deixe fritar. Na altura de servir, rectifique o tempero e junte mais sal e alguma pimenta, se for necessário. Adicione as amêijoas. Logo que estas abram, sirva com gomos de laranja ou limão e batatinhas fritas; pode ou não polvilhar com salsa picada.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Santuário de Nossa Senhora de Aires
Cúpula do zimbório e baldaquino de talha dourada do Santuário de Nossa Senhora de Aires (concelho de Viana do Alentejo). Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Sul, Volume II).
Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 -
Legenda Santuário de Nossa Senhora de Aires
Cota DFT4709.2 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Cancioneiro Alentejano - Não Quero que vás à Monda
Daqui para a minha terra,
Tudo é caminho e chão!
Tudo são cravos e rosas,
Oh, meu lindo amor,
Plantadas p’la minha mão!
Não quero que vás à monda,
Nem à ribeira lavar,
Só quero que me acompanhes,
No dia em que m’eu casar!
No dia em que m’eu casar,
Hás-de ser minha madrinha,
Não quero que vás à monda,
Nem à ribeira sózinha!
Dizem que o chorar tira,
As mágoas ao coração!
Eu chorei um ano a fio,
Oh, meu lindo amor,
As mágoas inda cá estão!
Não quero que vás à monda,
Nem à ribeira lavar,
Etc.
domingo, 7 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Personalidades Alentejanas - ALMADA, Vitorino de Sant'Ana Pereira de
(n. Elvas em 1845; m. Elvas em 1899)
Oficial do exército e erudito. Em 1887 era capitão quartel-mestre de 1.ª classe.
Dedicou-se a coligir documentação histórica, a maior parte da qual não chegou a editar. Fez persistentes estudos históricos e arqueológicos sobre Elvas, sua terra natal, e publicou, de 1888 a 1895, a obra Elementos para um dicionário de geografia e história portuguesa, a qual trata os factos relativos ao concelho de Elvas e aos extintos concelhos de Barbacena, Vila Boim e Vila Fernando.
Escreveu também: O manuscrito de Afonso da Gama Palha sobre a guerra da sucessão em Espanha, Elvas, 1876; Francisco de Pala Santa Clara, estudo biográfico, Elvas, 1888; Os quartéis- mestres, 1890. Foi redactor principal do Elvense, fundado em 1880, e colaborou em numerosos periódicos.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Gastronomia Tradicional Alentejana - Carne de Porco à Alentejana (2)
Ingredientes:
750 gr de carne de porco limpa,
Sal e pimenta q.b.,
1 colher de chá de colorau,
2 dl de vinho branco,
3 dentes de alho,
2 folhas de louro,
100 gr de banha,
1 kg de amêijoas ou berbigão,
1 limão,
100 gr de pickles,
1 raminho de coentros
Preparação:
Nota:
750 gr de carne de porco limpa,
Sal e pimenta q.b.,
1 colher de chá de colorau,
2 dl de vinho branco,
3 dentes de alho,
2 folhas de louro,
100 gr de banha,
1 kg de amêijoas ou berbigão,
1 limão,
100 gr de pickles,
1 raminho de coentros
Preparação:
Corte a carne em cubinhos e tempere com sal, pimenta, colorau, vinho branco, os dentes de alho esmagados e o louro. Mexa bem e deixe repousar durante cerca de 2 horas. Escorra bem a carne, reservando o molho. Aqueça bem a banha numa frigideira e frite a carne, mexendo de vez em quando, até ficar lourinha. Junte o molho da marinada, deixe ferver durante 1 minuto e junte as amêijoas. Vá mexendo e assim que as amêijoas estiverem abertas, junte os coentros picados. Misture bem e sirva de imediato, polvilhado com os pickles cortados bem pequeninos e decorado com o limão.
Nota:
As amêijoas ou os berbigões devem ser previamente bem lavados e conservados durante umas horas em água com sal, para que fiquem limpos de areias.
Esta receita está calculada para 4 pessoas.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Igreja da Misericórdia de Arraiolos
Nave e capela-mor da Igreja da Misericórdia de Arraiolos. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II).
Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Igreja da Misericórdia de Arraiolos
Cota DFT4449 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
sábado, 29 de setembro de 2012
Antigo Locutório do Convento das Maltesas
Antigo Locutório do Convento das Maltesas, em Estremoz. No altar está o painel do "Baptismo de Jesus" (de c. 1600). Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II).
Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Antigo Locutório do Convento das Maltesas
Cota DFT455 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Gastronomia Tradicional Alentejana - Calducho
Ingredientes:
2 postas de bacalhau demolhado
3 dentes de alho
2 cebolas
1,5 dl de azeite
2 folhas de louro
1 raminho de poejos
500 gr de batatas
sal
2 ovos
4 fatias de pão duro
2 postas de bacalhau demolhado
3 dentes de alho
2 cebolas
1,5 dl de azeite
2 folhas de louro
1 raminho de poejos
500 gr de batatas
sal
2 ovos
4 fatias de pão duro
Confecção:
Leve 1,2 lt de água ao lume. Depois de ferver, introduza o bacalhau e coza durante 5 minutos. Escorra, retire a pele e as espinhas e desfaça em lascas. Reserve o caldo.
Pique os alhos e as cebolas muito finamente e frite no azeite quente. Junte as folhas de louro partidas e o raminho de poejos. Regue com o caldo do bacalhau e deixe levantar fervura.
Entretanto, descasque as batatas e corte aos pedaços pequenos. Junte à sopa, tempere com sal e coza durante 15 minutos. Envolva o bacalhau, os ovos batidos e coza por mais 5 minutos.
Corte o pão aos pedaços e coloque numa tigela. Regue com a sopa, decore com um raminho fresco de poejos e sirva de imediato.
domingo, 23 de setembro de 2012
Cancioneiro Alentejano - Muito Bem Parece (Raminho de Flores)
Toma lá padece
Triste coração
Recebe as pagas
Recebe as pagas
Que os amores dão
Muito bem parece
Raminho de flores
Pregado no peito
Pregado no peito
Dos trabalhadores
Dos trabalhadores
Dos oficiais
No meu lindo amor
No meu lindo amor
Ainda brilha mais
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Igreja da Misericórdia de Arraiolos
Nave e capela-mor da Igreja da Misericórdia de Arraiolos. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Norte, Volume II).
Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 ant. -
Legenda Igreja da Misericórdia de Arraiolos
Cota DFT4449 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Vista parcial de Evoramonte
Autor David Freitas
Data Fotografia 1975 dep. -
Legenda Vista parcial de Evoramonte
Cota DFT707 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
sábado, 15 de setembro de 2012
Gastronomia Tradicional Alentejana - Canja de Garoupa
Ingredientes:
(para 4 pessoas)
2 postas de garoupa (500 g aprox.)
1 cebola média cortada às rodelas
3 dentes de alho pisados
100 g de arroz carolino
1 molho de espinafres
2 dl de azeite
150 g de camarão descascado
150 g de miolo de amêijoa
Preparação:
2 postas de garoupa (500 g aprox.)
1 cebola média cortada às rodelas
3 dentes de alho pisados
100 g de arroz carolino
1 molho de espinafres
2 dl de azeite
150 g de camarão descascado
150 g de miolo de amêijoa
Preparação:
Começa-se por cozer o peixe com o azeite, a cebola e o alho, retirando-o assim que estiver cozido. No caldo resultante, adicione o arroz, o camarão e o miolo das amêijoas. Limpe o peixe de pele e espinhas e junte ao arroz quando este acabar de cozer.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Cancioneiro Alentejano - Moura Linda
Linda Terra que te beija,
O Ardila e Guadiana!
Às outras causas inveja,
Linda vila alentejana!
Ó Moura linda de graça infinda,
Como tu outra não vi!
Simples singela, és sempre bela,
És sempre bela, como belo é tudo em ti!
Os teus prados verdejantes,
Salpicados de papoilas!
Tornam-se mais cativantes,
Se os mondam lindas moçoilas!
Ó Moura linda de graça infinda,
Como tu outra não vi!
Etc.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Igreja do Cv. Nª Sª do Bosque, Borba
Fachada da Igreja do Convento de Nossa da Consolação do Bosque, em Borba. Esta imagem está publicada no Inventário Artístico de Portugal de Túlio Espanca (Distrito de Évora, Zona Sul, Volume II)
Autor David Freitas
Data Fotografia 1978 ant. -
Legenda Igreja do Cv. Nª Sª do Bosque, Borba
Cota DFT4630.1 - Propriedade Arquivo Fotográfico CME
sábado, 8 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Gastronomia Tradicional Alentejana - Caracóis
Ingredientes:
2 l de caracóis
1/2 dl de azeite
4 dentes de alho
1 folha de louro
oregãos
pimenta e sal p.b
Preparação:
2 l de caracóis
1/2 dl de azeite
4 dentes de alho
1 folha de louro
oregãos
pimenta e sal p.b
Preparação:
Os caracóis devem ser lavados em bastantes águas até não deitarem qualquer sujidade. De seguida, vão a cozer em água e sal com todos os ingredientes atrás referidos, sendo os alhos cortados ao meio. O lume deverá ser brando para que o caracol saia o mais possível.
Nota: Há também quem coloque presunto ou paio.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Cancioneiro Alentejano - Moreanes é Meu Povo
Os corações também choram
Eu ainda não sabia
Ontem à noite acordei eu
Ao pranto que o meu fazia
Moreanes és meu povo
A minha aldeia é Santana
És das terras mais porreiras
Pra cantar à alentejana
Todos cantam lindamente
Desde o mais velho ao mais novo
A minha aldeia é Santana
Moreanes és meu povo
Anda cá se tu queres água
Os meus olhos t’a darão
É pouca mas é clara
Nascida do coração
Moreanes és meu povo
A minha aldeia é Santana
Etc.
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