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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Fonte do Alandro (Mina do Bugalho)


Esta fonte situa-se junto a uma ribeira que corre a um quilómetro da aldeia. Foi-lhe atribuído este nome porque as pessoas, para beberem água dela, teriam que utilizar uma folhinha colocada na bica, de seu nome alandro, sendo essa a explicação para o nome da fonte. Diz-se ainda que nessa fonte está enterrada uma panela com objetos valiosos e junto da panela encontra-se uma cobra. Quem conseguir ir sozinho à meia-noite e escavar no local onde se encontra a cobra, deixando que ela lhe chegue à testa, pode levar o que a panela contém. Se acontecer o contrário (não deixando

que a cobra lhe chegue a testa, ou recusar nesse momento e tentar fugir), a pessoa será atacada e destruída pela mesma cobra.

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Juromenha

Diz a lenda que um rico Godo, desejando ter herança e amores não correspondidos com sua irmã Mégnia ou Menha, resolveu prendê-la no castelo, no intuito de a convencer. A isso sempre se recusou a jovem dizendo: Jura Menha que não… Ainda hoje uma das torres do castelo tem a denominação de torre da Menha, por supostamente ali ter estado presa a dita donzela.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Lenda da Serra de Matamores



Dizem que na Serra do Mata Amores, Freguesia dos Fortios – Portalegre, há uma princesa encantada. Aparece a vender passas na manhã de S. João. Quem entrar na sua casa de pedra fica encantado.

Versão de Fortios (Portalegre) recolhida (em 1984) e publicada por Maria Tavares Transmontano (1997) – Subsídios para uma Monografia de Portalegre, Portalegre, Câmara Municipal de Portalegre: 132.

domingo, 16 de agosto de 2026

Elvas - Vista Parcial


 

Elvas - Forte da Graça


 

Portalegre - Largo dos Aviadores


 

Castelo de Vide - Vista Parcial


 

Arronches - Vista Parcial


 

Fronteira - Feira de S.Pedro


 

Castelo de Vide - Praça D.Pedro e Paços do Concelho


 

Elvas - Aqueduto


 

Campo Maior - Janela do Castelo


 

Elvas - Largo da Misericórdia


 

sábado, 15 de agosto de 2026

Ermida de S. Bento (Alandroal)



A data da sua fundação permanece um mistério. No entanto, uma lenda chegou aos nossos dias ligando a sua construção a um eremita, João Sirgado, que se deslocava todos os dias ao local para orar a S. Bento da Contenda. Este terá livrado a vila do efeito mortífero da peste de 1580, tendo em sua homenagem sido construída a ermida que ficou com o seu nome.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Lenda de Geraldo Geraldes, o sem pavor



Esta lenda passou-se no ano de 1166, no tempo em que Évora era ainda a Yeborath árabe, para grande desgosto de D. Afonso Henriques que a desejava como ponto estratégico da reconquista de Portugal aos Mouros. Geraldo Geraldes, um homem de origem nobre que vivia à margem da lei, era chefe de um bando de proscritos que habitavam num pequeno castelo nos arredores de Yeborath. Conhecido também pelo Sem Pavor, Geraldo Geraldes decidiu conquistar Évora para resgatar a sua honra e o perdão para os seus homens. Disfarçado de trovador rondou a cidade e traçou a sua estratégia de ataque à torre principal do castelo que era vigiada por um velho mouro e pela sua filha. Numa noite, o Sem Pavor subiu sozinho à torre e matou os dois mouros, apoderando-se em silêncio da chave das portas da cidade. Mobilizou os seus homens e atacou a cidade adormecida numa noite sem lua que, surpreendida, sucumbiu ao poder cristão. No dia seguinte, D. Afonso Henriques recebeu surpreendido a grande novidade e tão feliz ficou que devolveu a Geraldo Geraldes as chaves da cidade, bem como a espada que ganhara, nomeando-o alcaide perpétuo de Évora. Ainda hoje, a cidade ostenta no brasão do claustro da Sé, a figura heróica de Geraldo Geraldes e as duas cabeças dos mouros decepadas, para além de lhe dedicar a praça mais emblemática de Évora.