quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
sábado, 27 de dezembro de 2014
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
Lenda da Mandorelha
Casa das Heras (Cercal do Alentejo). Existe ainda hoje a casa denominada a "Casa das Heras", que segundo se diz, antigamente funcionava como uma espécie de cativeiro. Tinha uma enorme porta em ferro e uma abertura para um outro lado onde, noutros tempos, existia uma espécie de queda de água revolta, e que hoje não passa de um pequeno curso de água calma.
Mas, a lenda diz-nos que uma rapariga foi presa da "Casa das Heras", tendo o seu pai lançado a chave para a queda de água, sendo este o sinal que a rapariga jamais sairia de lá com vida.
Nos primeiros tempos de cativeiro ouvia-se a rapariga cantar e via-se, pentear junto à abertura que dava para as águas revoltas e os campos verdejantes. Depois calou-se e não deu mais sinal de vida. Muitos anos depois alguém conseguiu entrar na casa e a única coisa que viu foi o chão gasto pela rapariga de tanto andar o mesmo percurso. Tentou então encontrar alguns vestígios da falecida,mas nada viu. E não se soube se ela escavou a sua própria cova ou se se atirou às águas.
Apenas se sabe que a partir daí, num certo dia do ano, a rapariga aparece à janela a pentear-se com um pente de ouro .
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
domingo, 21 de dezembro de 2014
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Lenda do Brazão de Beja
Beja também tem a sua lenda. E esta pretende justificar a razão porque se encontra no escudo da cidade a cabeça de um toiro.
Muito antes dos lusitanos,o local onde hoje se encontra a nobre cidade de Beja eram campos ubérrimos de pão que vemos hoje, era um compacto matagal, impossível em alguns pontos de ser penetrado pelo homem.
«E uma serpente, uma serpente monstro que tudo matava, tudo triturava, era a horrível preocupação do povo que habitava no local, que mais tarde, no tempos dos romanos,se havia de chamar Pax-Julia, depois do domínio árabe se chamou Buxú e presentemente se chama Beja.
Um ardil porém germinou no cérebro de um habitante dessa região: envenenar um toiro e deitá-lo para a floresta onde existia a tal serpente. O toiro foi envenenado e deitado para o local indicado.
A luta foi tremenda entre as duas feras, saindo vencedor o monstro serpente.
Mas...volvidos alguns dias, a serpente foi encontrada morta ao lado dos restos do toiro salvador.
A lenda tem sido transmitida de geração para geração e com certeza não deixará de ser contada enquanto a cabeça do toiro se mantiver no escudo de Beja.
sábado, 13 de dezembro de 2014
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
domingo, 7 de dezembro de 2014
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
A Lenda da Costureirinha.
Segundo diversos testemunhos, ouvia-se perfeitamente o som de uma máquina de costura, a trabalhar.
O som trepidante da máquina podia provir de qualquer parte da casa. Era um som tão familiar que não metia medo a ninguém. "A costureirinha estava ali a trabalhar"
Mas quem era ela ?
Segundo a tradição era uma costureirinha que em vida, costumava trabalhar ao domingo, não respeitando o dia sagrado. Outros são da opinião que ela não cumpriu uma promessa feita a S.Francisco.
Por não cumprir com os seus deveres religiosos, fora condenada após a morte, a errar pelo mundo dos vivos durante algum tempo, para se redimir.
No fundo ela é uma alma penada que expia os seus pecados.pelo não cumprimento de promessas feitas a Deus ou a Santos.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
sábado, 29 de novembro de 2014
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Lenda do Lobisomem
Numa terra do concelho de Beja, havia um lobisomem, que se transformava sempre numa encruzilhada, ou seja (um cruzamento de quatro ruas ou travessas).
Numa noite, já a altas horas, numa dessas encruzilhadas, o lobisomem transformou-se num chibo.
Quando isto se passou, um outro homem ali passou e encontrou o chibo.
Quando o viu ,disse logo par com ele:
Vou levá-lo para casa.
Tirou o cinto das calças e colocou nas pernas do chibo para o poder levar às costas.Quando ia no caminho com o chibo às costas ele cada vez pesava mais. Não aguentando o peso, tirou-o das costas para ver o que se passava. O chibo, muito rapidamente, pregou-lhe valentes coices e fugiu.
No outro dia, no trabalho, passou por ele um rapaz da aldeia que tinha fama de ser lobisomem. E não era que o rapaz trazia à volta ada cintura, o cinto que tinha servido para amarrar o chibo na noite anterior.
domingo, 23 de novembro de 2014
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
sábado, 15 de novembro de 2014
Lendas do convento da Provença (Ribeira de Nisa)
Perto da Ribeira de Nisa ficam as ruínas de um convento, que se situa numa propriedade que deve ter pertencido ao pai de Nuno Álvares Pereira.
Aí, diz-se que na noite de São Pedro aparece uma moura com um tabuleiro com nozes e que as oferece à pessoa que encontrar.
No entanto, ninguém se atreve a tirar uma noz, porque se acertar em determinado fruto ficará rico, mas se não acertar será mordido por uma serpente.
Versão com proveniência desconhecida. Publicada em http://209.85.229.132/search?q=cache:N8wUMLlkKqsJ:www.cm-portalegre.pt/page.php%3Ftopic%3D20+%22lenda%22+%22portalegre%22&cd=2&hl=pt-PT&ct=clnk&gl=pt (página consultada em 14/1/2010).
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
terça-feira, 11 de novembro de 2014
domingo, 9 de novembro de 2014
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Lendas do convento da Provença (Ribeira de Nisa)
Na manhã de S. João, aparecia ao pé da fonte uma menina com um tabuleiro de nozes, que as oferecia a quem a visse. Como ninguém aceitasse partir uma só noz, ela permanece encantada até que alguém numa manhã de S. João lhe quebre o encanto. Se acaso ninguém a visse, deixava na terra as suas pegadas.
Que também ao pé do tanque um homem viu uma serpente que procurava lamber-lhe as mãos, para assim se desencantar.
Também no velho convento, dentro de uma pedra que tinha letras que ninguém entendia, havia um encanto. Para quebrarem esse encanto, foram três homens, os quais riscaram no chão um quadrado, acenderam três velas, e começaram a ler o livro de S. Cipriano. O que aconteceu ao lerem o primeiro capítulo, não se lembrava a pessoa, mas ao lerem o segundo, o mato começou a crescer dentro da casa, e as velas apagavam-se e acendiam-se por si. No último capítulo ouviram um barulho medonho vindo do interior da pedra, bem como uma voz que dizia:
- “Não tenteis tirar o encanto, senão morrereis.”
Os homens não fizeram caso, mas o barulho cresceu como se fossem montanhas a cair, e eles fugiram cheios de medo.
Versões de Ribeira de Nisa (Portalegre), recolhidas e publicadas por Maria Tavares Transmontano (1989) – Subsídios para a Monografia da Ribeira de Nisa (Concelho de Portalegre), Portalegre, Edição da Autora: 37 – 38.
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